Câmara de Campinas tem votação interrompida e encerra sessão sem definir CP contra vereador


Parte dos parlamentares deixa de votar denúncia por Comissão Processante e medida gera bate-boca no plenário; sem quórum, presidente encerra sessão e decisão fica para quarta-feira (26). Plenário da Câmara de Campinas na sessão desta segunda (24) Câmara Municipal de Campinas Com bate-boca no plenário e votação interrompida, a Câmara de Campinas (SP) encerrou a sessão desta segunda-feira (24) sem definir pela abertura ou não da Comissão Processante (CP) contra o vereador Tenente Santini (PSD) por conta de acusações feitas aos parlamentares em um discurso no dia 5 de junho. Se aprovada, a CP será a primeira da história do município contra um vereador da Casa. Após a leitura da denúncia da CP, primeiro item da ordem do dia como manda o regimento, parte dos 21 parlamentares presente não consignou voto pelo sistema eletrônico e pediu fim da sessão por falta de quórum. Houve bate-boca no plenário e o presidente da Casa, Marcos Bernardelli (PSDB), chegou a declarar encerrada a votação, com 14 votos favoráveis e nenhum contrário. A decisão gerou embate entre os parlamentares e o presidente da Casa que, após orientação da procuradoria, informou que os 14 votos, apesar da presença dos demais vereadores no plenário, não configuravam quórum para a sessão, e a encerrou às 19h47, transferindo a decisão para a próxima quarta-feira (26). Com o fim da sessão, nenhum outro item da ordem do dia foi discutido na Casa, entre eles o projeto de lei que cria requisitos para a nomeação de condenados pela Justiça na alta administração do governo e em cargos em comissão. CP contra Santini O pedido de abertura de CP contra o vereador Tenente Santini (PSD) foi protocolado por Jorge Schneider (PTB) por conta de acusações feitas em discurso no dia 5 de junho. Na ocasião, Santini fez uso do tempo de liderança do partido para fazer um discurso de ataque a vereadores de Campinas, sem citar nomes. Entre as acusações, o vereador menciona que existem colegas que fazem parte de esquemas de corrupção, dão indicações ilegais e empregam assessores de maneira irregular. Veja mais notícias da região no G1 Campinas


Fonte: G1

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